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6 de outubro de 2017

Bento Rodrigues, o one-man show da informação

Já tinha dado que falar a abertura de Telejornal que Bento Rodrigues fez em Aveiro, durante a digressão dos 25 anos da SIC. 


Ou também em Coimbra, embora esta não tão "espectacular".




E hoje, precisamente no dia que assinala esses 25 anos da SIC, Bento Rodrigues voltou a dar espectáculo - provando que a informação não tem de ser apresentada sempre de forma "cinzenta". 



Quando estudei jornalismo, há uns anos, era impensável pensar-se numa abertura de telejornal destas. Era impensável "pensar fora da caixa" na informação. Felizmente, as coisas mudam. Uma mudança de que a SIC é também responsável. E é bonito de se ver... Parabéns!

11 de janeiro de 2017

Um recado para o Trump (sem nunca mencionar o nome dele)



Meryl Streep protagonizou o momento da noite, nos Golden Globes Awards deste fim-de-semana. Ao receber o Prémio Carreira, fez um discurso comovente, bem pensado, brilhantemente estruturado e dito com alma. Não há dúvida nenhuma que esta senhora é muito mais do que uma excelente actriz. Vénias, muitas vénias...

9 de novembro de 2016

Os fugitivos portugueses são muita fraquinhos!

 

Eu avisei que o filme ia ser longo. E foi. Durou precisamente 28 dias. Mas tenho a dizer que o final desilude. Pedro João Dias não só se entregou à polícia (BUUUUUUU, que falta de originalidade!), como decidiu fazê-lo na véspera de se conhecerem os resultados das eleições americanas. Então, mas nenhum dos advogados que o representam tem noções básicas de Public Relations?! Que péssimo timing, meus amigos!

Estava visto que o Pedro João seria ofuscado pelo recém-eleito Presidente dos Estados Unidos. E o facto de ter sido o Trump ainda tornou a coisa pior. Entre o choque, o horror e a tragédia da vitória de Trump lá se encaixa a notícia de que "ah, é verdade, o Piloto entregou-se às autoridades!". BAH. Ninguém merece. Muito menos o Pedro João, que depois de tantos dias a monopolizar telejornais do princípio ao fim, acabou por ficar remetido a umas míseras reportagens de 2 minutos, no máximo...

Pedro João, se me estás a ouvir, para a próxima escolhe uma altura melhor. Bastava teres deixado passar o fim-de-semana, a poeira à volta do Trump assentar... e PIMBA, logo na segunda-feira de manhã, a abrir a semana, deixavas cair a bomba. Assim, foi fraquinho. Vá lá que ao menos houve um twist na história. Dizes que és inocente, das mortes e das agressões, e culpas a GNR. What?! Vamos lá deixar a poeira à volta do Trump assentar, para perceber do que raio estás a falar!

26 de outubro de 2016

Ah, o plástico!

Nos dias em que almoço mais tarde, aproveito para sintonizar o Dr. Oz, na SIC Mulher. Honestamente, nem sei por que o faço, já que fico sempre com uma sensação de angústia e de "estou a fazer tudo mal" que me consome os nervos.


As constatações do Dr. Oz, da sua equipa e dos especialistas convidados, sobre os mais variados temas respeitantes à saúde, são inquietantes. No episódio de hoje (que, apesar de ser uma repetição, eu nunca tinha visto), descobri que estamos todos a contaminar-nos com plástico. Até no sal de cozinha foram encontradas partículas de plástico, acreditam? É um abre-olhos incrível. E nem deveria ser preciso ouvi-lo para o sabermos: estamos rodeados de plástico, é um facto! Tupperwares (e seus parentes próximos), película aderente, louça de plástico, sacos do lixo, brinquedos... O nosso amigo Bisfenol A, mais conhecido por BPA (até parece nome de banco), está em toda a parte.

Depois de nos alarmar com a triste realidade, o querido Dr. Oz sugere uma purga de plástico, para eliminarmos o BPA das nossas vidas durante 21 dias e, idealmente, para toda a eternidade. Como eu não sou de extremismos, e os tupperwares dão um jeitaço do caraças, começo por pequenos gestos que - acredito - já farão alguma diferença: 1) Não voltar a aquecer recipientes de plástico no microondas, ever again. 2) Livrar-me das garrafas de plástico que deveriam ser descartáveis, mas que eu vou enchendo com água e que tenho sempre na mochila do João. Isso implica comprar uma garrafa reutilizável e BPA-free, asap.

Claro que há muitas outras atitudes a tomar, mas temos de começar por algum lado. E isto sou eu a falar, claro, porque para muita gente deve ser extremamente difícil saber por onde começar. "Lábios? Biceps? Rabiosque? Oh Dr. Oz, desculpe lá, mas tenho mesmo de me livrar do plástico todo?!" ;)

12 de outubro de 2016

Massa Fresca

2016 ainda não acabou, mas apetece-me fazer uma retrospectiva! "Massa Fresca" é o que resume este meu ano, não só por ter sido o projecto a que me dediquei (quase em exclusivo) até há bem pouco tempo, mas também por se ter transformado numa empreitada profissional e pessoal tão gratificante quanto exigente.

Para quem não conhece, "Massa Fresca" conta a história da Maria e da família Elias. Foi uma série exibida pela TVI entre Abril e Setembro e é, neste momento, uma colecção de livros (o primeiro foi lançado no final de Julho e o terceiro está quase, quase a sair). Eu tive o privilégio de ser uma das pessoas envolvidas na escrita da série e dos livros. Foram vários meses de trabalho non-stop. Muitas noites de directas e fins-de-semana passados em frente ao computador... Uma rotina de trabalho maluca que me privou de vida social e que me obrigou a grandes malabarismos para conciliar trabalho e família. No olho do furacão, eu disse muitas vezes que não voltaria a aceitar um trabalho tão exigente, que me obrigasse a abdicar de tempo de qualidade com o meu filho. Agora, olhando para trás, tenho muito orgulho no resultado final de toda a entrega. 100 episódios e 3 livros. Mais do que minutos televisivos ou páginas impressas, "Massa Fresca" é uma história bonita, despretensiosa, honesta, inspiradora.  E foi escrita - além de concretizada por actores e equipa técnica - com a maior generosidade e entrega. Sem outro interesse que não a vontade de fazer o melhor possível com o tempo - e orçamento - que nos era dado.

Ainda que a história não tenha continuação (apesar dos incansáveis pedidos dos fãs para uma segunda temporada), o que existiu, e existe através dos livros, é motivo de grande orgulho. "Massa Fresca" ficará para sempre no meu "currículo" como o projecto que me ensinou a ser criativa sob pressão (e com poucas horas de sono). Mais importante do que isso, ficará no meu coração como o projecto que me ensinou a confiar na vida. E agora... É tempo de me fazer à estrada, avançar e confiar. Porque a vida premeia sempre os corajosos! Não é o que dizem? ;)




* E, em breve, o livro nº 3. Fiquem atentos!

12 de agosto de 2015

Momento 'Alta Definição' #2

Não gosto de homens com manga cava.
Não gosto de sandálias com meias (homens e mulheres).
Não gosto de emparelhar e dobrar meias.
Não gosto de pessoas que ocupam o passeio todo (e andam em ziguezague, impedindo que alguém as ultrapasse).
Não gosto de chocolates com recheio de licor.
Não gosto de GPS (prefiro mapas em papel ou digital).
Não gosto de restaurantes cheios.
Não gosto de me atrasar para apanhar o meu filho na creche.
Não gosto do som de facas a cortar cartão (ao nível das unhas em quadro de giz).
Não gosto de trânsito a horas insuspeitas (nem de trânsito a horas de ponta, mas ao menos para este estamos mentalizados).
Não gosto de abacate.
Não gosto de bebidas à temperatura ambiente (excepto água).
Não gosto de veludo.
Não gosto de usar maquilhagem.
Não gosto da minha dificuldade em dizer "não".
Não gosto de batatas fritas com sabores.
Não gosto do meu nariz (batatudo).
Não gosto de beber água da torneira.
Não gosto de trovoada.
Não gosto de débitos directos.
Não gosto de ir para a cama depois de adormecer no sofá.
Não gosto de ouvir pais tratarem os filhos por " você".

[Continua...]



4 de agosto de 2015

I am Cait



Já está no ar a série I am Cait, que acompanha a nova vida de Bruce Jenner enquanto mulher. Vi o primeiro episódio e gostei. Gostei do facto de se focar na apresentação de Caitlyn à mãe. Faz todo o sentido começar por aí. E foi inspirador ouvir uma senhora de 88 anos falar do filho que agora é filha. Achei admirável a forma como ela processou a mudança em frente às câmaras, sem pudor de admitir que ainda não estava "em paz" com o assunto, mas que iria lentamente habituar-se à ideia. "Eu amei-o com todo o meu coração e, com certeza, vou amá-la com todo o meu coração."

Gostei sobretudo que o foco de Caitlyn - o seu objectivo para este programa - tenha ficado bastante claro desde o primeiro minuto. O primeiro episódio começa precisamente com uma "declaração de interesses": Caitlyn quer ser um exemplo, uma inspiração e uma voz activa para a comunidade transgénera. É dado destaque ao suicídio de um jovem em processo de mudança de sexo e Caitlyn faz questão de conhecer a família do jovem, prestando o seu apoio. Este posicionamento solidário é, de facto, a mais-valia do programa. É aquilo que o distingue de ser apenas mais um spin-off das Kardashians, para ser um programa de mérito próprio. Só espero que a linha editorial se mantenha, à medida que o programa for avançando, uma série atrás da outra... Com as Kardashians logo ali ao lado e todo um universo feminino por explorar, é fácil perder o foco de I am Cait. Mas, por enquanto, gostei do que vi. Go Cait!

Mais uma frase da mãe, Esther Jenner:

"Eu senti tanto orgulho do Bruce quando ele subiu ao pódio e recebeu aquela medalha de ouro, em Montreal. Chorei. Içaram a bandeira americana... Na altura, pensei que nunca mais sentiria tanto orgulho nele. Mas estava enganada. Hoje sinto ainda mais orgulho. Pela coragem que ele teve."

30 de julho de 2015

Fora da BOX

Estão a ver aquela funcionalidade da BOX de TV Cabo que permite andar para trás em programas já emitidos? (Se não estão a ver, podem ver depois! Ah ah, piadinha.) Se, como eu, estão sempre a usar essa funcionalidade (e acham mesmo que foi a melhor coisinha que já inventaram depois da roda), preparem-se para uma constatação chocante: a vida não dá para voltar atrás. JURO!

Quantas e quantas vezes já não dei por mim a querer "andar para trás" num programa de rádio que ouvia no carro, numa conversa entre amigos da qual me escapou qualquer coisa... Nas mais variadas situações da vida. E qual não foi o meu espanto ao perceber que isso não era possível?! Tão inacreditável como "não ser possível gravar programas já emitidos", mas ainda pior! (A menos que o dito programa seja o último episódio das Kardashian, aí não há nada pior.)

A BOX está a transformar-me (ou " nos", porque quero acreditar que há mais como eu, OUT THERE) numa criatura que desvaloriza o presente por achar que a qualquer momento pode voltar ao passado. E, ainda que não consiga gravá-lo, pode vê-lo confortavelmente, entre colheradas de Ben&Jerry's. A BOX está, lentamente, a deturpar a nossa percepção espacio-temporal. E não me venham com merdas publicitárias, senhores da TV cabo, porque NÃO HÁ UMA LINHA que separa a BOX da realidade... Há um enorme fosso, uma muralha da China!

Ainda agora estava aqui no telemóvel, distraída a escrever isto, e perdi o metro! Porventura posso voltar atrás uns 30 segundos e apanhá-lo? Não posso, pois não? Impostores! Peguem lá na vossa linha e enfiem-na no... buraco da agulha!

13 de julho de 2015

Ídolos

Confesso que não tenho acompanhado esta edição do Ídolos com a mesma atenção de outras edições. Vou espreitando, entre o zapping, e leio algumas coisas sobre os concorrentes. O suficiente para perceber que há apenas dois ou três potenciais "ídolos". E, ainda assim, nenhum deles prima por um talento absolutamente distintivo e espectacular. Claro que têm boas vozes, uns mais do que outros, mas acho que lhes falta carisma e atitude, aquele "bocadinho assim" que faz toda a diferença...

Na gala de ontem, gostei apenas de três actuações: a da Rita Nascimento, a da Sara Martins e a do Luís Travassos. Foram mesmo os únicos que ouvi do início ao fim, sem mudar de canal, o que me parece um bom indicador de "audience engagement". O facto de gostar bastante dos temas que eles cantaram ajudou, mas só porque eles os cantaram (quase) tão bem como os respectivos autores.






Estes 3 temas, absolutamente maravilhosos, têm sido a minha banda sonora desde manhã cedo. 

8 de julho de 2015

It's a Brad, Brad World



Não tenho pudor em assumir que gosto de reality shows. Dos tempos em que via o "The Rachel Zoe Project", já achava piada ao assistente, Brad Goresky. Não sendo o protagonista, ele era metade da graça do programa. A sua personalidade esfuziante compensava o mau-feitio de Rachel e os dois formavam a perfeita dupla estilista-assistente. Até ao dia em que "se zangaram as comadres" e, sem nunca se ter percebido exactamente como nem porquê, Brad demite-se do cargo de assistente e abandona o programa. A polémica foi grandemente alimentada pelos media, com o diz-que-disse, resposta e contra-resposta, mas a verdade-verdadinha nunca se descobriu. E também não vem ao caso [eu sou e serei "team Brad", no matter what].

Isto para vos dizer que Brad surgiu das cinzas, qual Fénix renascida, com um programa só seu. "It´s a Brad, Brad World" está a ser emitido na SIC Mulher (de 2ª a 5ª feira, por volta das 14h) e já me conquistou! Ou melhor, foi Brad quem me reconquistou... Lembro-me da primeira impressão que tive dele: gay, óculos de massa, roupas justas e coloridas... Cliché! Nenhum curso de styling conseguiria superar aquela aparência, igual a um passe VIP para o mundo da moda. Mas entretanto percebi que o rapaz tem conteúdo, além da forma. Consegue, como poucos, tirar proveito do seu carisma e estilo pessoal. E assenta nesses dois elementos o sucesso da sua marca. Besides, parece-me que o faz de forma genuina. Claro que os filtros de um reality show são tantos que as coisas (quase) nunca são o que parecem. No caso de Brad, eu acredito realmente que ele PAREÇA e SEJA praticamente o mesmo.

Se é verdade que aproveitou a "boleia" de Rachel? É. E fez muito bem. Qualquer um no seu lugar teria feito o mesmo. Se isso não lhe retira mérito? Não. Afinal, foi ele (e não Rachel) quem conquistou a empatia do público (eu incluída).

3 de julho de 2015

Momento 'Alta Definição'

Não gosto de acordar cedo (quem gosta?).
Não gosto de cabelos espalhados pela casa (meus ou dos outros).
Não gosto de fazer a depilação (mas tem de ser!).
Não gosto de horários ao fim-de-semana.
Não gosto de favas.
Não gosto de caracóis (só no cabelo).
Não gosto de chicos-espertos.
Não gosto de injustiças.
Não gosto de ter a casa desarrumada.
Não gosto que me digam "estás mais gordinha" (quem gosta?).
Não gosto (da obrigação) de fazer o jantar.
Não gosto de fazer dieta.
Não gosto de gastar balúrdios no dentista.
Não gosto de praia no verão.
Não gosto de temperaturas acima dos 30 graus.
Não gosto de ser branquinha, mas também não gosto de me bronzear.
Não gosto das birras do meu filho.
Não gosto de filmes de terror.
Não gosto de experimentar roupa nas lojas (especialmente calças).
Não gosto que os dias passem a correr.
Não gosto de passar a ferro (detesto mesmo!).
Não gosto de não gostar de desporto.
Não gosto de não gostar de legumes e saladas.
Não gosto de gostar de doces e sobremesas.
Não gosto de ser baixinha.
Não gosto de ter tendência para engordar.
Não gosto de melgas.
Não gosto de répteis.
Não gosto de me ver nas fotografias.
Não gosto de burocracias e serviços públicos (já o disse).
Não gosto de conduzir outros carros que não o meu.
Não gosto de parques subterrâneos em caracol (me-do).
Não gosto de folhos.
Não gosto de bijutaria brilhante.
Não gosto de jóias.
Não gosto de perfumes doces.
Não gosto de meter a loiça na máquina.
Não gosto de pilhas de loiça por lavar.
Não gosto de morar num 3º andar sem elevador.
Não gosto de conversa de circunstância.
Não gosto de fazer amizades (forçadas) em viagens.
Não gosto de não fazer todas as viagens que gostaria.
Não gosto de fazer viagens com dinheiro contado.
Não gosto da frase 'o dinheiro não traz felicidade'.
Não gosto de pessoas irresponsáveis.
Não gosto de chegar atrasada.
Não gosto do Novo Acordo Ortográfico (e nunca gostarei).
Não gosto de notícias sobre política.
Não gosto de sushi.
Não gosto das empregadas de loja que estão sempre em cima de nós.
Não gosto de centros comerciais cheios.
Não gosto de marketing por telefone.
Não gosto de vendas porta-a-porta.
Não gosto de pagar os sacos de supermercado.
Não gosto de andar carregada com sacos sempre que vou ao supermercado.
Não gosto da confusão dos saldos.
Não gosto de débitos directos.
Não gosto das taxas que os bancos cobram por tudo e por nada.
Não gosto de bancos.
Não gosto de pessoas que pedem para passar à frente porque têm poucas compras.
Não gosto de fazer compras no MiniPreço (mas faço).
Não gosto de água na cara durante o duche.
Não gosto de banhos de água fria (nem mesmo no verão).
Não gosto quando o gás acaba.
Não gosto de não dormir a pensar em trabalho.
Não gosto das greves de metro a torto e a direito.

[Continua...]

2 de junho de 2015

E com os holofotes apontados a Caitlyn...

... nem se deu o devido destaque ao facto de Kim Kardashian ter anunciado a tão desejada segunda gravidez. A revelação foi feita pela própria durante um clip de promoção aos próximos episódios da série.


Finalmente. Kim pode descansar o corpinho e deixar de fazer amor com o marido (Kanye West) 500 vezes por dia.

[Para os que não sabem do que estou a falar, nem vale a pena explicar.]

27 de maio de 2015

Não Faz Sentido


Crédito da imagem: sicmulher.sapo.pt

O talk show apresentado por João Moleira, com os comentadores residentes Ricardo Martins Pereira (do blogue "O Arrumadinho") e Catarina Beato (do blogue "Dias de uma Princesa"), faz todo o sentido na grelha da SIC Mulher. Este registo do João Moleira, que eu só conhecia enquanto pivô, funciona muito bem. Além disso, nota-se a cumplicidade que ele tem com os comentadores, o que torna o programa numa conversa descontraída entre amigos. Tanto o Ricardo como a Catarina têm o dom da oralidade, conseguem prender o espectador e, por isso, foram muito bem escolhidos. Neste talk show, a conversa flui realmente, como é suposto acontecer em programas do género. Eu, pelo menos, estou rendida.

A única crítica que tenho a fazer é à qualidade dos vídeos vox pop que passam ao longo do programa. Todos os que vi eram fraquinhos, não pela prestação do Ricardo ou da Catarina (transformados em repórteres), mas pelas respostas do público, quase sempre sem piada ou conteúdo. Talvez falte um pouco mais de trabalho "de rua", para se conseguirem melhores respostas.

O programa passa todas as sextas-feiras, às 19h, mas vai repetindo durante a semana. Ontem, pelo menos, repetiu.